Conheça os maiores campeões nacionais no futebol feminino

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Diferente do futebol masculino em diversos aspectos, principalmente nos que dizem respeito ao investimento e visibilidade, o futebol feminino vem “respirando por aparelhos” ao longo das décadas. Entretanto, uma importante decisão da Conmebol pode mudar essa realidade nos próximos anos. A entidade que comanda o futebol da América do Sul determinou que os clubes classificados à Libertadores masculina a partir de 2019, precisarão contar com um elenco feminino ou serão automaticamente eliminados do torneio continental.

Entre os maiores campeões do futebol feminino no Brasil, apenas três estão entre os chamados clubes grandes do Brasil: Santos, Corinthians e Flamengo. A decisão da Conmebol pode impactar diretamente nesse cenário, inserindo mais times de ponta nessa categoria. O LANCE! conta abaixo um pouco da história dos principais colecionadores de títulos da modalidade no país:

Santos – Sereias da Vila (campeão do Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores)

História
A equipe feminina do Santos foi criada em 1997, no período em que a Federação Paulista de Futebol anunciou que promoveria o primeiro Campeonato Estadual da modalidade. Considerado um dos favoritos ao título daquele ano, o time ficou com o vice e só ergueu seu primeiro troféu em 2000, com a conquista dos Jogos Abertos do Interior, marca de pouca expressão perto do principal triunfo da equipe: as Libertadores de 2009 e 2010.

Um período que não deixa saudades para a equipe foi o ano de 2012, quando o então presidente do clube, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, anunciou o fim do time feminino. Em coletiva de imprensa realizada em janeiro de 2012, o então dirigente atribuiu o encerramento das atividades à falta de investimento de empresas e ao projeto do clube para manter Neymar até 2014.

Atacante do time na época, Érika ainda tentou convencer os dirigentes do clube a manter a equipe e contou com ajuda do próprio Neymar para arrecadar fundos, mas não foi o suficiente. Entretanto, com Modesto Roma Júnior no cargo máximo do Santos, as atividades foram retomadas em fevereiro de 2015 e o time voltou a se firmar no cenário nacional. Atualmente, as Sereias da Vila disputam o Brasileirão, Campeonato Paulista e Libertadores (que acontece entre 18 de novembro e 2 de dezembro).

Passagens de destaque
Considerado o melhor time feminino do Brasil no período entre 2009 e 2012, o Santos chegou a ter 11 atletas convocadas para a Seleção Brasileira de uma só vez. Entre elas, algumas das maiores jogadoras da história do Brasil: Formiga, multicampeã pela Seleção; Marta, seis vezes melhor do mundo, e Cristiane, apontada como a terceira melhor jogadora do mundo em 2007 e 2008.

Principais títulos
Libertadores (2009 e 2010), Copa Mercosul (2006), Brasileirão (2017), Copa do Brasil (2008 e 2009), Campeonato Paulista (2007, 2010, 2011 e 2018).

Clique para conhecer o elenco atual das Sereias da Vila.

Ferroviária – Guerreiras Grenás (campeã brasileira, da Libertadores e Copa do Brasil)

História
Conhecida como Guerreiras Grenás, a equipe feminina do Ferroviária, em Araraquara, foi criada em 2001 por meio de uma parceria entre a prefeitura da cidade e a Fundesport (Fundação de Amparo ao Esporte do Município de Araraquara). O projeto saiu do papel na primeira administração do prefeito Edinho Silva e a necessidade de incetivo na categoria foi o principal favor motivador para que os idealizadores do plano buscassem patrocínio com o objetivo de desenvolver o futebol feminino na cidade.

Apoiado inicialmente pelo Grupo Pão de Açúcar, por meio da rede de hipermercados Extra, o projeto incluía não só uma equipe principal de futebol feminino, como também a organização de um trabalho social para desenvolver o esporte em diversos bairros, que já contava com 3 mil crianças e jovens antes mesmo de receber o patrocínio da entidade privada. Vista com admiração por seus dirigentes, o time de Araraquara se tornou bicampeão paulista ainda com a prefeitura.

Apesar de sua importância, o projeto correu o risco de acabar em 2010 devido a dificuldades financeiras. Com isso, Welson Alves Ferreira, presidente da Ferroviária na época, solicitou a união dos dois times, que foi aceita. Neste período, criou-se a Liga Araraquarense de Futebol Feminino, que conta com o apoio da Caixa Econômica Federal. O dinheiro recebido passou a ser repassado para o time principal e no projeto social das Escolinhas nos bairros de Araraquara. Com o crescimento do clube no cenário nacional, Natura, Just Fit, Inmes, Viação Paraty, Unimed e Sonhar Colchões também passaram a estampar suas marcas no uniforme da equipe, que é peça carimbada no Campeonato Paulista e no Brasileirão.

Passagens de destaque
Na condição de um dos times femininos que mais vezes foram campeões nacionais, as Guerreiras Grenás também já tiveram diversas jogadoras convocadas para as três categorias da Seleção Brasileira. Entre elas, Andreia Rosa, que hoje atua na Noruega, Raquel, que completou a marca da cem jogos com a camisa da Ferroviária e também faz parte do time canarinho, e a atacante Bia, que é considerada pelos dirigentes do clube como um dos maiores destaques que já passaram por lá. Ela foi revelada pelos projetos de futebol feminino distribuídos pelos bairros de Araraquara.

Principais títulos
Campeonato Brasileiro (2014), Libertadores (2015), Copa do Brasil (2014) e Campeonato Paulista (2002, 2004, 2005, 2013)

Cique para conhecer o elenco atual das Guerreiras Grenás

Corinthians – Campeão da Libertadores e Copa do Brasil

História
Antes de o Corinthians aderir ao Profut (Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro), a diretoria já visava a reformulação de uma equipe feminina. Entretanto, com a efetuação do vínculo, tornou-se necessária a criação da modalidade para atender uma das condições descritas no acordo, que diz respeito à manutenção de investimento na formação de atletas (base) e no futebol feminino.

Criada em 2016, a equipe de futebol feminino do Corinthians teve origem em uma parceria com o Grêmio Osasco Audax, que durou duas temporadas. Neste período em que defenderam dois clubes, as meninas conquistaram dois dos principais títulos disputados por equipes do país: Copa do Brasil e Libertadores.

Porém, no início de 2018, a diretoria do Corinthians anunciou o fim da aliança para tirar do papel o plano de criar seu próprio time feminino, que hoje conta com 24 atletas em treinamento no Parque São Jorge, sob comando do técnico Arthur Elias. Atualmente, a equipe disputa o Campeonato Paulista e o Brasileirão, torneio em que é finalista ao lado do Rio Preto.

Passagens de destaque
Considerada uma das melhores equipes do atual cenário do futebol brasileiro, o Corinthians completou a marca de um ano sem perder em setembro. No período, a equipe disputou 40 jogos dos quais obteve 36 vitórias e quatro empates. Assim como o Santos, o Timão também já contou e ainda possui nomes importantes no seu elenco, casos de Milene Domingues, conhecida como Rainha das Embaixadinhas após fazer 55.197 e entrar no livro dos recordes; Rosana, que foi ouro pelo Brasil nos Jogos Pan-Americanos de 2007 e atualmente defende o Santos e as recém-convocadas Letícia (goleira), Fabiana (lateral) e a Gabi Nunes (meia).

Principais títulos
​Copa Libertadores (2017) e Copa do Brasil (2016)

Clique para conhecer o elenco da equipe feminina do Corinthians.

São José – campeão da Libertadores, Copa do Brasil e vice do Brasileirão em 2013 e 2015

História
A trajetória do time feminino teve início em 2001, com uma equipe criada pela prefeitura de São José dos Campos, que visava a disputa dos Jogos Abertos do Interior e mais tarde viria a formalizar uma união com o São José Esporte Clube. O primeiro grande passo para a categoria foi em 2010, quando o São José conseguiu patrocínio de uma universidade da região e chegou à primeira divisão do Campeonato Paulista.

No mesmo ano, a equipe surpreendeu no estadual ao chegar à finalíssima contra o Santos, porém ficou somente com o vice. Apesar do revés, não demoraria para o São José Feminino dar o maior impulso desde a sua fundação, pois em 2011, veio a conquista do primeiro título da Libertadores em uma vitória por 1 a 0 sobre o Colo-Colo diante do público de 15 torcedores, no estádio Martins Pereira.

Com uma estrutura mais evoluída e contando com o apoio de empresas da cidade, o time se tornou bicampeão da Copa do Brasil e da Libertadores em apenas dois anos. Além da importância histórica dos títulos conquistados, a boa atuação da equipe aumentou a visibilidade das jogadoras, que começaram a frequentar a lista de convocadas da Seleção Brasileira.

Mesmo com as dificuldades e falta de apoio ao futebol feminino, de forma geral o São José nunca passou por uma crise financeira, mas teve redução de patrocínio e precisou adaptar seus gastos à realidade econômica do país.
Apesar de ainda não ter uma taça do Campeonato Brasileiro em sua sala de troféus, o São José guarda um prêmio ainda maior: a conquista do Mundial de Futebol Feminino, em 2014. O título foi obtido através da vitória por 2 a 0 sobre o Arsenal, no estádio de Nishigaoka, em Tóquio. Com ela, a equipe do interior paulista se tornou a primeira feminina a vencer a competição. Atualmente, o São José disputa o Brasileirão e o Campeonato Paulista.

Passagens de destaque
O São José também já cedeu grandes nomes para a Seleção Brasileira, caso da meia Formiga, multicampeã olímpica pelo time canarinho, e da atacante Cristiane, que também se destacou pelo Brasil e foi considerada a terceira melhor jogadora do mundo, pela Fifa, em 2007 e 2008. No cenário atual, Rita-Bove, capitã e meia, que esteve na conquista do Mundial, também é um grande destaque no time, ao lado de Fernanda Tipa, que veio do Rio Preto e foi artilheira da temporada, com 14 gols, e a atacante Michele Carioca, que tem 12 gols marcados.

Principais títulos
Copa do Mundo de Clubes de Futebol Feminino (2014), Libertadores (2011, 2013 e 2015), Copa do Brasil (2012 e 2013) e Campeonato Paulista (2012, 2014 e 2015).

Clique para conhecer o elenco da equipe feminina do São José.

Flamengo/Marinha – Campeão brasileiro e carioca

História
Visando a disputa do Campeonato Carioca, o Flamengo manteve uma equipe feminina entre 1995 e 2001. Porém, a categoria foi encerrada antes mesmo de conquistar seu primeiro título. O clube retomou as atividades com um time feminino em 2011 e pensava em ter Marta no elenco, afim de atrair maior visibilidade, mas o acordo com a jogadora não vingou e o time pôde dar continuidade ao trabalho através de uma parceria com a prefeitura de Guarujá (SP), onde o grupo passou a treinar. Neste período, o Flamengo chegou a ter no elenco Thaisinha, destaque na Seleção Brasileira, mas interrompeu suas atividades.

A história do time feminino do Flamengo teve um novo capítulo em julho de 2015, quando o então vice-presidente geral do clube, Walter D’Agostinho, anunciou uma parceria com a Marinha do Brasil visando a disputa do Campeonato Brasileiro. Apesar de a taça mais desejada não ter vindo, a equipe conquistou o Campeonato Carioca em seu primeiro ano com a campanha de dez vitórias em 11 jogos.

Em 2016, as meninas rubro-negras deram mais um grande passo na carreira ao chegarem ao bicampeonato estadual com vitória sobre o Vasco. Meses depois, veio o primeiro título do Campeonato Brasileiro, conquistado sobre o Rio Preto, marca que fez o Flamengo se tornar a primeira equipe fora de São Paulo a ganhar o torneio. Em 2017, o time da Gávea conquistou, com o elenco feminino, o tricampeonato estadual. Atualmente, a equipe disputa o Campeonato Brasileiro e o Carioca.

Passagens de destaque
Entre as peças de maior destaque que já passaram pelo CT rubro-negro estão Tânia Maranhão e Maycon, que foram prata pela Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos de 2004 e 2008, respectivamente. Além delas, a artilheira Dany Helena, a meio-campista Ju Ferreira, a lateral-direita Rayanne Machado e as goleiras Kemelli Trugilho e Stefane Pereira acabam de ser convocadas para um período de treinamentos no time canarinho.

Principais títulos
​Brasileirão (2016) e Campeonato Carioca (2015, 2016 e 2017)

Clique para conhecer o elenco feminino do Flamengo.

Rio Preto – Campeão Brasileiro e paulista

História
​Em 1996, o casal Dorotéria Inojo e “Chicão” Reguera tinha duas filhas apaixonadas por futebol, mas não encontrava oportunidade para dar início à carreira no esporte, pois não havia uma escolinha para meninas na cidade de São José do Rio Preto. Vendo o talento de suas filhas e de outras que também queriam atuar em um time, o casal criou o Juventude.

Apesar de chamar a atenção na cidade, a pequena equipe, que era financiada com recursos repassados pela prefeitura, viu sua chance de profissionalização se expandir ao sacramentar união com o Rio Preto em 2008.

Segundo Dorotéia, que atua como uma das principais dirigentes do time feminino, uma grande ajuda de custo nunca foi recebida, mas o time consegue se manter com o pouco de investimento que recebe de entidades privadas e a dedicação dos funcionários e atletas. O Rio Preto tem grande atuação na parceria com a parte física, inclusive cedendo o campo para a equipe treinar e realizar seus jogos.

A determinação do time é apontada como o principal fator que encaminhou o Rio Preto às conquistas do Campeonato Brasileiro e do bi-campeonato Paulista entre 2015 e 2017. Atualmente, a equipe segue na disputa dos dois torneios, sendo finalista do Brasileirão ao lado do Corinthians.

Passagens de destaque
Dentre as principais jogadoras que passaram pela equipe estão a filha do casal e atacante Darlene, que tem passagens pela Seleção Brasileira e hoje atua no Benfica, assim como Maiara, que também está jogando em Portugal.

Principais títulos
Brasileirão (2015) e Campeonato Paulista (2010, 2016 e 2017).

Clique para conhecer o elenco do Rio Preto

Sehwag, Kohli set up comfortable India win

India hardly looked a side playing their first match in four months as their batsmen pounded Sri Lanka for a 300-plus total and their bowling, led by Irfan Pathan, ensured the total was a winning one

The Report by Abhishek Purohit21-Jul-2012Scorecard and ball-by-ball details
Virat Kohli’s century was his fourth in five innings•AFP

India hardly looked a side playing their first match in four months. Their batsmen pounded Sri Lanka for a 300-plus total; their bowling, for once, did not fall apart and led by Irfan Pathan, ensured the total was a winning one. Virat Kohli, now easily one of the best ODI batsmen in the world, cracked his third consecutive century against Sri Lanka, his fourth in five innings, and his fifth successive fifty-plus score, equalling the Indian record. Virender Sehwag resembled a man playing his first international game in nearly five months only briefly, before scattering the field with a 97-ball 96. Suresh Raina and MS Dhoni made sure India recovered from a slight wobble, adding 79 in nine overs towards the finish.Kumar Sangakkara responded with his third century in four international games, also only his second ODI hundred at home, but by the time he got credible support at the other end from No. 8 Thisara Perera, the match had slipped too far out of Sri Lanka’s grasp. Perera did give India a scare, smacking 44 off 28 deliveries, but the departure of Sangakkara in the 48th over ended a stand of 78 off 53, and also Sri Lanka’s hopes.India had looked rusty initially, as Sehwag played-and-missed three successive times in Nuwan Kulasekara’s opening over. In the second over, he sliced Lasith Malinga straight to point, where Tillakaratne Dilshan put the catch down. In the third over, Gautam Gambhir was almost run-out when he was caught in a big mix-up with Sehwag. It was Dilshan, again, who missed the direct hit from point. Gambhir departed next ball though, bowled round his legs off a straight ball from Kulasekara. Soon enough though, India settled in, Sehwag and Kohli putting the powerful line-up on its way to another big total.Kohli’s arrival immediately brought stability to the middle. He likes to get forward, and did so to defend solidly. One such push even earned him three runs past extra cover. He slashed his third ball for four past point, and Sehwag soon took over.A Malinga length ball was driven on the up past extra cover, Kulasekara was slammed down the ground. Mahela Jayawardene took out fine leg and put in deep point inside the first Powerplay. Sehwag’s response was to drill Angelo Mathews over cover for four more. In the eleventh over, Sehwag, on 24, tried to loft Perera over extra cover but mistimed the stroke. Kulasekara ran in from mid-off and dived forward to take the ball but Sehwag escaped as replays proved inconclusive, as they usually do in such cases. Kulasekara also injured his groin during the attempt, and bowled only five overs. Two balls later, it was Kohli’s turn to escape as Perera failed to hold on to a tough return chance to his left. Kohli was on 16 then.By the time Sri Lanka separated the pair in the 32nd over, they had added 173 at almost a run a ball. It was a furious Sehwag who departed, four short of what would have been his 16th ODI ton, run out by Perera after being sent back by Kohli while attempting a single.Smart stats

India’s 314 is their 16th 300-plus score against Sri Lanka and their third such score against Sri Lanka in 2012. It is also the most number of 300-plus scores India have made against any team.

Virat Kohli’s century is his 12th in ODIs and fourth against Sri Lanka. However, it is his first century in Sri Lanka. No batsman has scored more hundreds than Kohli in 2012.

Virender Sehwag’s dismissal was the ninth instance of an Indian batsman being dismissed run out in the nineties. Sourav Ganguly is the only Indian batsman to be dismissed run out twice in the nineties.

The 173-run stand between Sehwag and Kohli is the fifth-highest second-wicket stand for India against Sri Lanka. It is, however, India’s second-highest such stand in Sri Lanka.

Kumar Sangakkara’s 133 is the fourth-highest score by a Sri Lankan batsman in an ODI defeat. While Tillakaratne Dilshan has made the highest such score twice (160), Sangakkara has also made 138 in the loss to India in Jaipur in 2005.

Sri Lanka’s score of 293 is their fifth-highest in an unsuccessful chase and the second-highest score in a failed chase in home ODIs. The highest remains 411 against India in Rajkot in 2009.

India slipped from 180 for 1 to 228 for 4. Rohit Sharma was late on one that nipped back a bit and lost his off bail, before Kohli fell for 106, also a victim of Perera, caught sharply by substitute Sachithra Senanayake at extra cover in the 40th.It looked as though Sri Lanka might keep things tidy in the final 10, with Raina and Dhoni picking off only one boundary in four overs. But then they launched, taking 64 off the final six overs – Raina got to a fifty off 44 balls, while Dhoni unleashed his signature helicopter shots – to make sure India got easily past the 300-run mark.India’s opening bowling pair of Zaheer Khan and Irfan generated enough movement in the first Powerplay to keep Sri Lanka to 41 for 1. R Ashwin took over and ensured Sri Lanka did not get away; he even bowled a wicket-maiden in the bowling Powerplay.As the night grew darker in the forest surrounding the stadium, Sri Lanka’s chances began to appear tougher. Sangakkara and Upul Tharanga did add 77 for the second wicket, but the stand ate up 105 balls and by the time the latter fell to Ashwin, the asking rate was approaching seven-and-a-half.This was after Tillakaratne Dilshan had failed to capitalise, like Virender Sehwag had, on a dropped catch early in his innings. In Zaheer’s opening over, Dilshan cracked his first ball for four, edged the second to slip only for Sehwag to clang it, and was out leg-before to his sixth, off Irfan, as he missed an attempted whip.Sangakkara could have gone second ball, on 0, when he edged an away-going Irfan delivery just past second slip. He should have gone off Umesh Yadav’s second ball, in the eleventh over, when he slashed between MS Dhoni and wide slip, but the wicketkeeper did not go for the catch.Sangakkara struggled to accelerate during the middle of his innings, but he kept Sri Lanka going, even as his team-mates kept falling. No one from No. 1 to No. 7, barring Sangakkara, managed more than 28, falling to the pressure of the asking rate.Sangakkara’s century gave the crowd on the twin grass banks an opportunity to blow their horns louder, but even as he and Perera tried, the game had already blown away from Sri Lanka. To reach 293 from 191 for 6 in the 39th over was, in the end, quite an achievement.

مدرب الهلال: لا أخشي الحضور الجماهيري في مباراة الأهلي.. وجئنا من أجل الصعود

أكد فلوران إيبينجي المدير الفني لفريق الهلال السوداني، أنه لا يخشى الحضور الجماهيري في مباراة الأهلي، موضحًا أنه لديه حماس كبير للمواجهة المرتقبة.

ويواجه الأهلي نظيره الهلال السوداني، غدًا السبت باستاد القاهرة الدولي، ضمن منافسات الجولة السادسة لدور المجموعات بالبطولة القارية.

ويتواجد فريقا الأهلي والهلال السوداني في المجموعة الثانية التي تضم صن داونز والقطن الكاميروني.

وقال المدير الفني في تصريحات للمؤتمر الصحفي: “سعيد أنني متواجد في القاهرة وألعب مباراة مميزة وتاريخية أمام الأهلي ولدينا حماس كبير للمواجهة”.

وتابع: “سعيد باستقبال الأهلي لنا، ولم يكن هناك مشاكل في الاستقبال، جئنا للعب من أجل الصعود، ونعرف إمكانيات الأهلي جيدًا”.

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وأكمل: “وجود 50 ألف مشجع أمر ممتع لنا، وسعيد بهذه الأجواء وأتمنى أن يستمتع اللاعبين بالحضور الجماهيري في مثل هذه المباراة”.

وأختتم: “بالتأكيد اللعب بحضور جماهيري أمر جيد، ولكني لست خائفا من الحضور الجماهيري، المهم المباراة وأدائنا الفني خلال الـ90 دقيقة، وتركيزي منصب على إسعاد جماهير الهلال التي جاءت وكلفت نفسها خلفنا”.

Palmeiras consegue liberar Mayke e Diogo Barbosa para pegar o Grêmio

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O Palmeiras conseguiu efeito suspensivo para Mayke e Diogo Barbosa, e assim poderá usar os dois no jogo deste domingo, contra o Grêmio. Os laterais foram suspensos por dois jogos na quinta, mas o clube entrou com o pedido no mesmo dia para tê-los no fim de semana.

A punição foi por conta da briga entre jogadores do Verdão e do Cruzeiro, no Mineirão, após a semifinal da Copa do Brasil. Além dos dois jogos de gancho para cada um dos palmeirenses, Sassá, que acertou um soco em Mayke, foi punido com seis partidas.

Os jogadores do Palmeiras iriam pagar a pena nas próximas duas rodadas do Brasileiro, contra Grêmio e Ceará. Mas diante das ausências já certas de Marcos Rocha (lesão na panturrilha que vai deixá-lo fora por um mês) e Victor Luis (suspenso), o Palmeiras entrou com o pedido de efeito suspensivo.

Diogo Barbosa ainda precisa ser liberado pela preparação física, pois está se recuperando de um entorse no tornozelo e nesta semana fez apenas transição entre a parte física e técnica.

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Caso não possa usar o lateral-esquerdo, Felipão terá de improvisar. Uma opção é escalar Jean na direita e passar Mayke para a esquerda; outra, é manter o camisa 12 em sua posição e improvisar Nico Freire do outro lado. O zagueiro argentino, que ainda não disputou uma partida oficial pelo Verdão, fez sua estreia como profissional aos 19 anos justamente na lateral esquerda, e contra o Boca Juniors, na Bombonera.

Bairstow stars to put Yorkshire into final

Jonny Bairstow played another ebullient innings swept Yorkshire to a 36-run victory against Sussex in the first Friends Lift t20 semi-final

David Hopps in Cardiff25-Aug-2012
ScorecardJonny Bairstow took his time to play himself in then exploded during the latter stages•Getty Images

Jonny Bairstow was shunned by England for the first ODI against South Africa on the same ground 24 hours earlier and he made the decision look distinctly dubious as another ebullient innings swept Yorkshire to a 36-run victory against Sussex in the first semi-final on Friends Life t20 Finals Day.England had opted instead for Ravi Bopara, immediately brought back into the side after a leave of absence because of personal problems, but Bairstow reasserted his reputation as one of the most exciting young strokemakers in the country with 68 from 48 balls as Yorkshire secured a place in the Champions League in South Africa in October. Mike Yardy, Sussex’s defeated captain, called it the best innings against his side this season.Not until the departure of Scott Styris, though, did Yorkshire, relishing their first Finals Day after a decade of unfulfillment, dare to believe that victory was theirs. Styris equalled the third fastest t20 hundred in history, an unbeaten 100 from 37 balls, as Sussex overcame Gloucestershire in the quarter-finals and, 37 or not, it has given him a heightened reputation. Even Gordon Gecko, the corrupt financier played by his lookalike, the actor Michael Douglas, in Wall Street, never saw his stock rise as unexpectedly as this.When the offspinner, Azeem Rafiq, kept his nerve and Styris holed out at long off, the entire Yorkshire side ran to congratulate the fielder. Even Ryan Sidebottom, who needs to preserve energy these days, managed a determined 100-yard jog. Sussex still needed 91 from 41 balls and with Styris gone, and five wickets remaining, the game was up. It is hard to recall many occasions when a Yorkshire side has fielded with more intensity.Chris Nash with 80 not out from 58, manfully tried to hold Sussex together. His ramp shot operated efficiently throughout, particularly against Sidebottom, and when Sussex faltered – with Moin Ashraf’s control of the block-hole ball outstanding – it was primarily because he was starved of the strike.Only one another Sussex batsman made double figures as Yorkshire played with concerted aggression and concentration. Luke Wright, back in England’s World Twenty20 squad, had departed by the end of the Powerplay, Wright dragging on against Sidebottom and Matt Prior failing to bulldoze Bresnan over mid-on.”Another not out for Nashy on the telly,” Yorkshire’s fielders chortled as the pressure built on him, but if it was a good sledge it was an undeserved one. When he slogged desperately at a full toss, Sidebottom’s diving deflection ran out Will Beer at the non striker’s end. It summed up his lot.Yorkshire’s top order was suppressed by Styris, a T20 itinerant these days, who broke his journey back from New Zealand with two appearances for Kandurata Kites in the Sri Lanka premier League and who opened up with 3 for 23 in four overs to give Sussex the edge. He even included a maiden, only the fourth in ten years of t20 finals day.His longevity would not so long ago have been viewed as unlikely, his pace so sedate these days – around 65mph – that he was no faster than the left-arm spinner, Mike Yardy, who was bowling darts at the other end. But he was straight and accurate and that was enough to lead Yorkshire into early indiscretions.Andrew Gale tried to chip Styris down the ground as he targeted leg stump, but got no further than mid on. Phil Jaques was bowled, his frustration evident in a Jos Buttler-style paddle sweep. As for Joe Root, his method of transforming himself from a lightly-built and technically-correct championship opener into a t20 threat was to unveil a varied collection of sweeps, the last of which failed to connect with a Styris full toss as he fell lbw.Bairstow then took matter into his hands. If the first half of Yorkshire’s innings belonged to Sussex, the second half belonged to Bairstow; 61 runs came by midway, 111 thereafter. He whistled Styris over square leg for six, whipped Nash’s offspin over mid wicket for another six and in between batted with impressive range of stroke and placement. A considered recovery partnership with David Miller, who was equally forceful until he fell for 47 at long-off, flat-batting Nash, was worth 82 in 10 overs.”After a sticky start we needed someone to play well to get 150-plus,” said Andrew Gale, Yorkshire’s captain. “But this guy is in the form of his life at the moment, playing well under pressure. The Champions League is where we want to be, but when you get to the final you don;t want to come away as losers.”Yorkshire were grateful that the England eventually released Tim Bresnan, on the grounds that he had done little more than loaf around during a rain-ruined ODI against South Africa on the same ground 24 hours earlier.But it should not be up for debate. Finals Day is the showpiece of the domestic calendar and release of England players should be automatic. It should be automatic, too, for semi-finals which are quite attractive enough on their own accord to be played as separate entities. If the fixture list does not allow this then change the fixture list.

مرتضى منصور يدعو مجلس إدارة الزمالك لاجتماع طارئ

وجه مرتضى منصور رئيس نادي الزمالك، دعوة لمجلس الإدارة، وذلك لعقد اجتماع طارئ يوم الأحد المقبل الموافق 30 من أبريل الجاري في الثالثة عصرًا، لمناقشة العديد من الأمور الخاصة بالنادي.

واستأنف فريق الزمالك تدريباته صباح اليوم الخميس على ملعب عبد اللطيف أبورجيلة، استعدادًا لمباراة الأهلي المقبلة في السوبر المحلي، المقرر لها يوم 5 مايو المقبل في الإمارات.

وحقق الزمالك فوزًا غاليًا على سيراميكا كليوباترا بهدف دون رد في اللقاء المؤجل من الجولة التاسعة عشرة لمسابقة الدوري المصري الممتاز، ليرفع الأبيض رصيده إلى 43 نقطة يحتل بها المركز الرابع.

طالع | رسميًا | اتحاد الكرة يعلن موعد قرعة دور الـ32 من كأس مصر 2022-2023

ويحتل الزمالك المركز الرابع في جدول ترتيب الدوري المصري، برصيد 43 نقطة حصدها من 25 مباراة، إذ حقق الفوز في 12، وتعادل في 7، وخسر في 6 مواجهات.

يذكر أن مرتضى منصور اعتذر عن عدم السفر إلى الإمارات لحضور مباراة كأس السوبر المصري أمام الأهلي. طالع التفاصيل

Adhoc committee to run BCB for three months

The ministry of youth and sports in Bangladesh has announced a 13-member adhoc committee to run the Bangladesh Cricket Board (BCB) for the next three months

Mohammad Isam27-Nov-2012The ministry of youth and sports in Bangladesh has announced a 13-member adhoc committee to run the Bangladesh Cricket Board (BCB) for the next three months. Within this time the committee will have to hold elections under the amended constitution, the ministry confirmed in an ordinance on Tuesday.The decision comes in view of the the BCB’s current panel of directors’ tenure running out on November 28. However, the election of a new set of directors was stalled by diagreements between the board and the National Sports Council – the regulatory body for all sports federations in Bangladesh.The ministry have retained current BCB president Nazmul Hassan and Ahmed Sajjadul Alam, Mahbubul Anam, Enayet Hossain Siraj, Gazi Ashraf Hossain and Jalal Yunus, who were board directors between November 2008 and November 2012, on the committee.Former Bangladesh captains Khaled Mahmud, who has been a coach after retirement, and Naimur Rahman, who is the president of Cricketers’ Welfare Association of Bangladesh (the players’ representative body), are also on the panel.Among the other members, only one has a background in cricket management from outside Dhaka, while the rest are from various cricket clubs based in Dhaka. The list includes Lokman Hossain Bhuiyan (Mohammedan Sporting Club Ltd’s director in charge), Dr Ismail Haider Mallik (Abahani’s cricket secretary), Gazi Golam Mortuza (Gazi Tank Cricketers councilor) and Afzalur Rahman Sinha (president of Surjo Tarun club). AJM Nasiruddin is an administrator from Chittagong, though he too has been involved with Brothers Union, a Dhaka Premier League club.The naming of the adhoc members is big news in Bangladesh cricket but already fingers are being pointed at the lopsided choice by the ministry, which has gone for an all-Dhaka body rather than one that includes administrators from across the country.

Conheça o torcedor que foi a todos os jogos do Botafogo fora de casa no ano

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O jogo contra o Atlético-MG neste sábado, às 19h (de Brasília), no Independência, em Belo Horizonte, talvez não desperte a devida atenção de um número significativo de botafoguenses. Afinal, o time está garantido na próxima Copa Sul-Americana, não corre risco de rebaixamento, não alcançará a Libertadores e o horário da partida da última rodaa do Brasileirão não ajuda. No entanto, para um torcedor alvinegro a partida tem a mesma importância de uma final de campeonato. O jornalista Pedro Henrique Fonseca, de 35 anos, encerra a temporada de viagens tendo marcado presença em todos os jogos do Glorioso neste ano, seja no Rio de Janeiro ou em qualquer outro lugar. Ao todo, foram 14 cidades (algumas repetidas, como Porto Alegre, São Paulo, Salvador e a própria capital mineira) e dois países estrangeiros (Chile e Paraguai). Não precisa dizer que o retrospecto do ano, carregado na bagagem, é o mesmo do clube de coração: 61 confrontos, 24 vitórias, 17 empates e 20 derrotas.

O projeto teve o pontapé inicial em julho de 2017, com a classificação do Botafogo para as quartas de final da Libertadores. Pedro foi a Montevidéu e filmou como foram os dias dos alvinegros no Uruguai, desde a chegada ao apito final da vitória sobre o Nacional por 1 a 0, passando, claro, pela vibração com o gol do meia João Paulo, no primeiro tempo da partida de ida daquela fase. Nascia ali o Setor Visitante, canal no YouTube que registra as loucuras feitas pelo clube da Estrela Solitária. De lá para cá, o costume permaneceu inalterado, independentemente do local onde o Botafogo entrará em campo.

– Sempre fui a todos os jogos no Rio de Janeiro. É muito raro perder um jogo aqui. Quando o Setor Visitante explodiu com 15 mil visualizações naquele jogo contra o Nacional, percebi que o botafoguense queria saber como é a experiência de ir a uma partida fora de casa. Pensei no projeto e me programei. Sorte que não jogamos em países de difícil acesso e a tabela ajudou. Imagina enfrentar um time do Equador na quarta-feira e um rival de Porto Alegre no fim de semana. Para ir a todos os jogos é preciso também um pouco de sorte – lembra o andarilho alvinegro, em entrevista exclusiva para o LANCE!.

Folga em 2019? Pedro já mira nova façanha
Pedro não tem a mesma certeza se conseguirá realizar, rigorosamente, a mesma façanha de 2018 no próximo ano. O torcedor alvinegro reconhece que corpo e mente pedem um descanso diante da rotina de aeroportos, embarques, desembarques, rodoviárias, estradas, hotéis e estádios.

– Entendo aquele jogador que chega em casa e não aguenta mais ver futebol. Todo mundo precisa de uma folga. Os massagistas, os seguranças, os roupeiros, os assessores de imprensa, todos revezam nas viagens. Nem o presidente vai a todos os jogos fora de casa. Para 2019, o Setor Visitante continua. O que vier é lucro. Não vou esquentar se não ver um jogo ou outro. Por exemplo. Se o América-MG ficar na Série A, terei que ir a Belo Horizonte novamente. Como já fui três vezes neste ano, caso tenha algo programado, não vou deixar de fazer. Não garanto ir a todos os jogos. De repente, 90% está bom, não?

Em contrapartida, Pedro não deixa de se empolgar com a proximidade de mais uma conquista.

– Meu objetivo, agora, é completar cem jogos consecutivos. Faltam 14 – estipula o torcedor, que banca as viagens do próprio bolso com a verba de trabalhos realizados em diários portugueses e assessorias de imprensa.

Viagens com pegada gastronômica
Fígado acebolado com jiló, Kaol (arroz, couve, linguiça, ovo, farofa, feijão e torresmo) ou frango ao molho pardo? Certamente, hoje, um dos três pratos será servido em algum local da capital mineira, no pré-jogo dos botafoguenses. Em todos os confrontos fora de casa, é comum ver Pedro Fonseca experimentando comidas regionais e analisando cardápios. A gastronomia, inclusive, está sempre em destaque no Setor Visitante.

Consegui juntar três coisas que eu gosto muito. Viagem, Botafogo e gastronomia. Dou mais ênfase à baixa gastronomia. Quanto mais velho o restaurante, melhor. Acredito que o turismo futebolístico é muito mal explorado no Brasil. O jogo é a cereja do bolo. A vitória não é a tendência fora de casa, então, a viagem não é só o aspecto esportivo. Conhecer lugares onde comer também faz parte do pacote. E BH, nesse sentido, é imbatível.

BATE-BOLA: PEDRO FONSECA EM ENTREVISTA AO LANCE!

‘A torcida do Botafogo é grande e cheia de malucos iguais a mim’

LANCE!: O que moveu essa loucura?

PEDRO: Considero o que fiz um feito. Mas não sou mais botafoguense do que ninguém. Faço isso porque gosto de estar com o Botafogo e não quero deixá-lo sozinho. Há dois jogos da Copa São Paulo de Futebol Júnior que não conto na lista. Em um deles, em Capivari (SP), contra o Capivariano, fui pensando que não teria ninguém, igual a cinema em uma segunda-feira. Chegando lá tinha uns 10, 15 botafoguenses. Nossa torcida é grande e cheia de malucos iguais a mim. Só não fazem essa loucura porque não têm condições. Gosto de ir a jogos de pouco apelo. Esses eu não perco de jeito nenhum.

LANCE!: Qual a cidade mais marcante?

PEDRO: Os melhores jogos são no Nordeste, especialmente, contra o Bahia. Salvador e o Rio são cidades irmãs. Gosto do clima, do povo e da forma com a qual as pessoas encaram a vida. Além disso, dos estádios novos para a Copa, considero a Fonte Nova o mais bonito e o melhor localizado. Fortaleza, contra o Ceará, foi incrível. Em termos de noite, não fica devendo às festas cariocas. E Chapecó. Nunca vi uma população tão educada e nunca fui tão bem recebido. Você pergunta onde fica o banco, e a pessoa te leva ao banco. Dá vontade de abraçar todo mundo naquela cidade. É a maior concentração de pessoas fofas do país.

LANCE!: E como fica a vida social, compromissos, família, amigos, relacionamentos…

PEDRO: Sou o tipo da pessoa que marca três coisas em uma noite e consegue ir nas três. Mas tem pessoas que não aceitam. Minha mãe já está acostumada. Quando tem algum aniversário ou data especial coincidindo com algum jogo do Botafogo, antecipamos a comemoração ou celebramos na segunda-feira. Para namorada, é mais complicado. Ainda mais com uma pessoa que não tinha combinado. Não direi que foi a causa, mas o Setor Visitante influenciou bastante o último relacionamento. Comecei a viajar de 15 em 15 dias e no outro fim de semana estava no jogo do Botafogo, no Rio. Por outro lado, conheci pessoas com as quais mantenho uma amizade até hoje. É um perde e ganha.

LANCE!: Entre os perrengues, quais se destacam?

PEDRO: Na Sul-Americana, no jogo contra o Nacional (PAR), Fomos de carro para o Paraguai e, mesmo com placa paraguaia, fomos parado duas ou três vezes até chegar a Assunção. Gastamos uns 800 reais em propinas para os policiais rodoviários, mesmo com todos os documentos do automóvel em dia e com o farol aceso. Na Arena da Baixada, a torcida visitante é proibida. Os torcedores vão à paisana. Éramos 20, com torcedores do Atlético-PR o tempo nos xingando, no cangote. Percebiam que aquele grupo descaracterizado era de torcedores do Botafogo.

LANCE!: No começo do ano, o Setor Visitante fechou uma parceria com a Botafogo TV (emissora oficial do clube). Por que o casamento não durou nem um ano?

PEDRO: O Setor Visitante estava muito bem de maneira independente. Encerramos 2017 com 50 mil visualizações no último jogo, contra o Palmeiras, no Allianz Parque. O canal crescia, e o Botafogo nos chamou para uma parceria. Foram claros. Não ajudariam financeiramente. A parceria deu certo durante algum tempo, mas perdi a liberdade, tive que alterar a forma como abordava os outros times. Ficou uma coisa muito engessada, chapa branca. a parceria estava me aprisionando. Não postamos em alguns jogos, sobretudo após as derrotas. Naquela eliminação para a Aparecidense (GO), pela Copa do Brasil, me avisaram “nem perde o seu tempo para editar, porque não vai para o ar”. E o cara que foi filmado e quer aparecer na TV? É chato explicar que não posso publicar um vídeo porque o Botafogo levou um sacode. E o dinheiro que sai do nosso bolso para bancar essa aventura? Faz até mal para a minha imagem. Se fosse um funcionário do clube óbvio que não criticaria. Não tenho nada a reclamar da diretoria. Foram muito corretos. Mas não posso mentir para o meu público.

LANCE!: Qual a finalidade do setor visitante e como deixá-lo mais sustentável?

PEDRO: Não sou o protagonista. Tento dar voz ao torcedor anônimo do Botafogo que mora fora do Rio de Janeiro e não tem tanta chance de ver o time em campo. Sou um torcedor que não perdeu o lado jornalístico e um jornalista que conserva o lado torcedor. Meu trabalho tem que ser independente e andar com as próprias pernas. Já consegui um sócio e tenho uma equipe de criação, no entanto, ninguém tem a minha disponibilidade de viajar e estar em todos os jogos. Essas loucuras têm um custo. Uma hora o dinheiro vai acabar. Temos que buscar novas parcerias e vender produtos, como camisas, por exemplo. Nenhum de nós é milionário para ficar comprando passagens para o Brasil e América do Sul toda hora. Não dá para gastar e não ter retorno.

LANCE!: Como botafoguense, o que pensa sobre 2018?

PEDRO: Ser campeão é sempre bom. Disputamos contra os grandes do Rio, e quem levantou a taça foi o nosso capitão Carli, em um gol que nunca mais será esquecido. Nossa direção cometeu erros grotescos de planejamento. Felipe Tigrão. Dava para ver que não daria certo no primeiro jogo. Na Copa do Brasil, isso custou milhões porque fomos eliminados para um time da Série D. Tínhamos a obrigação de ir, no mínimo, às oitavas. Cheguei a fazer a conta de quanto deixamos de arrecadar. O segundo erro foi o Marcos Paquetá. Uma falha pior do que a do Tigrão e completamente sem explicação. Como trazer um treinador que não trabalhava no Brasil há mais de dez anos por uma economia porca? Depois, tiveram que gastar dinheiro para trazer o Zé Ricardo. Corremos um risco desnecessário. Graças a Deus e à torcida, conseguimos a permanência na Série A. Como botafoguense, quero voos mais altos. Sei que o Brasileiro é complicado de competir. Mas não era para jogar com o time reserva contra o Bahia, pela Sul-Americana, com o quarto goleiro marcando o gol que classificou o nosso adversário. Poderíamos ter chegado à semifinal.

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الرجاء يستعيد لاعبه المصاب قبل مواجهة الأهلي

يستعيد فريق الرجاء المغربي، لاعبه المصاب في مواجهته أمام الأهلي التي تقام مساء اليوم السبت في منافسات دوري أبطال إفريقيا.

الأهلي يحل ضيفاً على الرجاء بملعب محمد الخامس بالدار البيضاء، ضمن مواجهات الإياب للدور ربع النهائي.

ووفقاً لموقع LE360 المغربي: “تأكد بشكل رسمي عودة محمد المكعازي، لاعب الرجاء إلى تشكيلة الفريق المغربي، بعدما غاب عن مباراة الذهاب أمام الأهلي، الأسبوع الماضي بسبب كسر على مستوى مرفق يده اليمنى”.

طالع | تشكيل الأهلي المتوقع أمام الرجاء في دوري أبطال إفريقيا.. تغيير وحيد عن مباراة الذهاب

وأضاف: “المعكازي سيشارك أساسيا في مباراة اليوم السبت أمام الأهلي”.

وتابع: “خط وسط الرجاء سيتشكل من الثلاثي المعكازي والتوغولي روجي أهولو ومحمد زريدة”.

وكان الأهلي حسم مواجهة الذهاب لصالحه بهدفين دون رد، في المواجهة التي أقيمت الأسبوع الماضي بالقاهرة.

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